Título:
VLAD, A ÚLTIMA
CONFISSÃO
Título Original:
VLAD: THE LAST
CONFESSION
Autor:
C.C. HUMPHREYS
Tradução:
MARIA JOSÉ SILVEIRA
Editora:
EDITORA RECORD
Número de páginas:
457
Ano da publicação:
2010
O FILHO DO DIABO
Foi o monstro que virou
um mito ou foi o mito que virou um monstro? Mas como diz o ditado popular: “nem
sempre o diabo é tão feio quanto o pintam”.
Quem já não ouviu falar
da história sobre o Conde Drácula? Um personagem da história de BRAM STOKER? O
primeiro vampiro que iniciou as diversas lendas sobre vampiros? Como não conhecer, não é mesmo? Mas, e a história
sobre o homem que inspirou o autor a escrever sobre o vampiro, você já ouviu falar?
Pois então, pouco se
sabe sobre esse homem. E as poucas referências conhecidas sobre ele são mais
sensacionalistas do que verdadeiras. E para desvendar a lenda, baseado em fatos,
o autor nos conta a suposta história de Vlad Temper.
Vlad Temper foi um príncipe
e um grande guerreiro que tocava terror por onde passava. Era conhecido como: “O
empalador”. Ele foi temido por seus inimigos, por seus aliado e até mesmo por
seus amigos. Mas ao contrário do Conde Drácula, de Bram Stoker, Vlad existiu de
verdade.
Ele era chamado por Drácula,
― nome o qual foi emprestado ao “vampiro” ― que significa em turco: o filho do Diabo, porque
ele era um verdadeiro monstro. Talvez nem tanto quanto contavam, mas com
certeza a sua fama o precedia e mantinha o medo necessário vivo para impor respeito
a seus inimigos.
Vlad era considerado por
muitos um louco, como tantos outros loucos que já tocaram multidões. Mas,
apesar de sua crueldade, o que ele fazia era por uma boa causa, a fé!
Entretanto, quantos já não usaram a fé para justificar suas atrocidades? E foi em
nome da fé, que ele se tornou a lei, o juiz e o carrasco.
Mas nenhum monstro no passado
(ou do presente), em nome de seus ideais, cometeram crimes
contra a humanidade sozinhos; nada conseguiriam se não houvessem outros a
seguir e outros a apoiar.
Vlad, na verdade, era apenas
mais um instrumento poderoso nas mãos do poder.
Vlad vale a pena ler!
Eu recomendo!